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sexta-feira, 9 de maio de 2008

A CONSERVAÇÃO DO PLANETA TERRA - SITE INTERESSANTE

PODE ENTRAR NESTE SITE E VER COMO PRESERVAR E CONSERVAR O NOSSO PLANETA.
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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Acidente Vascular Cerebral

Neste espaço, pretendo dar a conhecer alguns videos, que alertam para os sintomas de um AVC. Como se forma um AVC e ainda os potenciais perigos e danos que estes podem causar.













quinta-feira, 10 de abril de 2008

Mais Relatos de Violência Escolar

Pontapeada na cabeça por cinco colegas na escola
(por Artur Machado)





A vítima ficou com vários hematomas na sequência da agressão que sofreu dentro da EB 2,3 de Guifões (Matosinhos)



Helena Norte

Nove dias depois, as marcas da violência ainda estão estampadas no rosto. Ana foi agredida na EB 2,3 de Guifões (Matosinhos) e aponta cinco colegas. A escola diz que há apenas uma agressora. As outras quatro limitaram-se a assistir, passivamente, enquanto Ana era esbofeteada e pontapeada na cabeça. Mais um caso de indisciplina na escola que, além de questionar os limites da crueldade e da cobardia dos adolescentes, coloca o dedo numa ferida mais profunda a violência como expressão de famílias disfuncionais.

Nesta história, as duas personagens centrais frequentam o 7.º ano e têm 13 anos. Ana é a vítima e Diana é a autora confessa de um acto de violência que impressiona numa miúda daquela idade, mas convém não ser demasiado rápido a colar o rótulo da delinquência juvenil. Há mais quatro raparigas envolvidas, que Ana acusa de a terem agarrado e esbofeteado, enquanto Diana lhe desferia joelhadas na cabeça. As fotos, que mostram enormes hematomas, e o relatório médico, a confirmar a violência da agressão, fazem parte do processo já entrado no Tribunal de Menores, contra as alunas, e na Direcção Regional de Educação, por alegada negligência da escola na assistência da vítima.

Foi no passado dia 31, à hora do almoço, atrás do refeitório da EB 2,3 Passos José. Depois de várias provocações e insultos - deixaram recados e ameaças nas paredes do quarto-de-banho -, o grupo de alunas consumou a agressão. Quando se aperceberam que a situação estava tensa, os colegas de Ana deixaram-na sozinha e assistiram, de longe e cobardemente, à cena de pugilato.

"Se uma funcionária não tivesse visto, podia ter sido bem pior, porque elas não iam parar", recorda Ana. Desde esse dia, nunca mais conseguiu ir às aulas. Apesar de já ter sido transferida para outra escola, ainda não é capaz de andar sozinha na rua - "sinto-me insegura, com receio de que voltem a bater-me", os sonos estão desregulados e perdeu o apetite. Vai ter hoje a primeira consulta com um psicólogo, que a família contratou, para a ajudar a superar o trauma de ter sido vítima de bullying - uma realidade que imaginava distante e que agora conhece na pele.

Das cinco alunas envolvidas no episódio, só Diana assumiu a responsabilidade. Diz que sim, que foi ela quem bateu porque ouviu dizer que Ana a tinha injuriado. Contou à presidente do Conselho Executivo e não negou perante a mãe.

"Do processo de averiguações só concluímos haver provas de agressão relativamente a uma aluna. As outras quatro assistiram", declarou ao JN Cristiana Bessa, presidente do Conselho Executivo.

Diana é oriunda de uma família disfuncional, mas só agora a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens foi accionada. A sanção aplicada (suspensão por alguns dias) vai ser acompanhada de outras medidas que visam, "além de castigar um comportamento inaceitável, ajudar a prevenir situações idênticas", sublinhou a responsável. Por essa razão, Diana vai passar a ser acompanhada por um professor-tutor e frequentará o Projecto de Intervenção e Apoio Comunitário. O objectivo é analisar as causas do seu comportamento violento, numa tentativa de reverter a espiral de actos de indisciplina que revelou nos últimos tempos.

A actuação da escola é muito questionada pela mãe de Ana. Não obstante a gravidade dos ferimentos que a aluna sofreu na cabeça, a directora de turma terá sugerido apenas a colocação de gelo. Foi a mãe, chamada de imediato por Ana, que a levou ao Hospital de S. João. A escola garante que não era necessária assistência hospitalar.

Os nomes das alunas foram alterados.

in jn.sapo.pt - 2008/04/10

É com tristeza que diariamente, assisto na comunicação social, cada vez a mais casos de violência escolar e cada vez mais, os casos são mais graves.
Por um lado foi bom, terem sido divulgados os primeiros casos, para que outros saíssem do anonimato e fosse conhecida esta triste realidade da nossa sociedade escolar. Por outro lado, penso também que para aqueles que se querem exibir e que pensam que são imbatíveis e imponíveis, é um estímulo para promoverem a violência e mostrar aos "amigos", quem é que manda e quem é "rei", o facto de a comunicação social estar empenhada em divulgar novos casos, faz com que estes alunos mais indisciplinados, com pouco educação e problemáticos, é uma altura boa para serem notícia e chamar à atenção.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Ainda os Microondas

RADIAÇÃO DE FORNOS DE MICROONDAS

As provas dos Perigos das Microondas

È possível que milhões de pessoas sejam ignorantes, sacrificando sua saúde em troca da conveniência dos fornos a microondas? Porque a União Soviética proibiu o uso dos fornos a microondas em 1976? Quem inventou os fornos a microondas e por que? As respostas para estas perguntas podem induzir-lhes a jogar no lixo o seu forno a microondas.

Em mais de 90% dos lares americanos tem fornos a microondas usados para preparar refeições, porque os fornos a microondas são muito convenientes e eficazes para economizar energia, se comparado aos fornos convencionais, e em muito poucas casas ou restaurantes eles não são presentes. Em geral, as pessoas acreditam que o que o forno a microondas fez nos alimentos nele cozidos não tem algum efeito negativo nem nos alimentos nem nas pessoas.


Naturalmente, se os fornos a microondas fossem realmente nocivos, nossos governantes não permitiriam que fossem vendidos nos supermercados, ou ao invés sim? Apesar do que foi “oficialmente” feito referente aos fornos a microondas nós deixamos de usar os nossos baseados nos fatos pesquisados e evidenciados neste artigo.

A finalidade deste relatório é mostrar provas, evidências - que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano de quanto se possa imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos a microondas, os políticos de Washington, e a simples natureza humana está suprimindo os factos e evidências. Por isso, as pessoas continuam a usar as microondas para cozinhar seus alimentos - em total ignorancia - sem conhecer os efeitos e o perigo desta pratica.

· Como funcionam os fornos a microondas?
· Os instintos maternos são correctos
· As microondas são inseguras para o leite dos bebês
· Sangue aquecido num forno a microondas mata o paciente
· Evidencias e efeitos científicos
· Os estudos clinidos suiços
· De acordo com o Dr. Hertel
· A acção das indústrias para esconder a verdade
· Quem inventou o forno a microondas?
· Carcinógenos em alimentos feitos com microondas
· Descoberta a doença provocada por microondas
· Conclusões das pesquisas sobre microondas
· Efeitos que causam o cancer
· Diminuição do valor nutritivo dos alimentos
· Efeitos biológicos da exposição
· Conclusões das pesquisas legais
· Dez razões para jogar no lixo o seu forno a microondas

Como funcionam os fornos a microondas?
As microondas são uma forma de energia electromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força electromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia electromagnética que viaja a velocidade da luz (186,282 milhas/seg). Na nossa actual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distancias como sinais telefonicos, programas televisivos e informações computadorizadas em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas as microondas mais familiares para nós é a fonte de energia para cozinhar alimentos.

Cada forno a microondas possui um magnetron, um tubo em que os eléctrons são afetados pelo campo elétrico magnético em tal maneira para produzir uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz). Esta radiação a microondas interage com as moléculas dos alimentos. cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva a negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas do alimento - especialmente as moléculas da água - possuem extremidade positiva e negativa como um iman que possui os polos Norte e Sul.

Em modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de aproximadamente 1000 watts de corrente alternada. Enquanto estas microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas fazem rotar as moléculas do alimento na mesma frequencia milhões de vezes por segundo. Toda esta agitação cria uma fricção molecular, a qual aquece os alimentos. A fricção tambem causa um elevado dano nas moléculas vizinhas, frequentemente rasgando-as em partes ou deformando-as completamente. O nome científico para esta deformação é “isomerismo estrutural”.

Pela comparação, as microondas do sol são baseadas nos principios da pulsação da corrente contínua (DC) que não gera calor friccional; os fornos a microondas usam a corrente alternada (AC) gerando calor friccional. Um forno a microondas produz uma onda de energia pontiaguda com toda a potencia que entra em somente uma estreita frequencia do espectro de energia.

Muitos termos são usados para descrever ondas electromagnéticas, tais como: comprimento de onda, amplitude, ciclo e frequência.

O comprimento de onda determina o tipo de radiação, isto é, radio, raios X, ultravioleta, visiveis, infravermelho, etc.

A amplitude determina a extensão do movimento medido do ponto de inicio.

O ciclo determina a unidade de frequência, tais como ciclos por segundo, Hertz, Hz, ou ciclos/seg.

A frequência determina o número de ocorrências dentro de um dado período de tempo (usualmente 1 segundo). O número de ocorrências de um processo decorrente por unidade de tempo, isto é, o número de repetições dos ciclos por segundo.

Radiação = propagação de energia com ondas electromagnéticas.

A radiação, como definida pelas terminologias da física, são “as ondas electromagnéticas emitidas pelos átomos e moleculas de uma substancia radioactiva como consequência da deterioração nuclear. ” a radiação provoca a ionização, o que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde electrons. Em poucas palavras, um forno a microondas deteriora e altera a estrutura molecular dos alimentos com o processo de radiação. Se os fabricantes tivessem chamado estes fornos de “fornos de radiação”, é duvidoso se eles teriam vendido pelo menos um. Mas aquilo é exatamente o que um forno a microondas é.

Nos disseram que alimentos cozidos em fornos de microondas não é o mesmo que irradiados (tratados com radiação). Os dois processos são pensados para usar ondas de energia totalmente diferentes em diferentes intensidades. Nem o FDA ou estudos oficiais realizados pelos orgãos governativos provaram que o uso frequente dos fornos a microondas é nocivo, mas todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser - e são às vezes propositalmente - limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde provadamente considerados incorrectos. Como consumidores, nós somos presupostos de haver bom senso para usar e julgar.

Tomando como exemplo os ovos e como eles eram “provadamente” considerados nocivos para à nossa saúde nos distantes anos ‘60. Isto provocou a fabricação de produtos para substituir os ovos, e deu grandes lucros aos seus fabricantes, enquanto os produtores de ovos foram à falência. Agora, e depois de tudo, recentes estudos patrocinados pelos orgãos governativos estão afirmando que os ovos não são nocivos para a nossa saúde. Então, em quem devemos confiar e qual critério devemos usar para decidir as questões referentes à nossa saúde? Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usado e com um design aprovado, a decisão encontra-se em cada consumidor a respeito de escolher ou não de comer alimentos aquecidos por um forno a microondas ou mesmo de comprá-lo na primeira loja que o encontre.

Os instintos maternos são correctos
Num lado mais humoristico, com o “sexto sentido” de cada mãe é impossível argumentar. Você nunca tentou? As crianças jamais vencerão contra a intuição materna. É como tentar argumentar com o braço - que aparece do nada - e que te empurra para tráz do assento quando sua mãe pisa nos freios.

Muitos de nós viemos de uma geração onde as mães e avós não confiam no moderno sistema de cozimento “às avessas”, isso é de dentro para fora, que elas afirmam que “não era apropriado” para os alimentos. Minha mãe se recusou a assar coisas num microondas. Ela também não apreciou o gosto do café feito num forno a microondas. Eu tenho que concordar plenamente e não posso argumentar nenhum dos factos. Seu bom senso e seus instintos lhe disseram que não havia nenhuma forma de cozimento em microondas que poderia ser natural e não poderia ter o gosto de alimentos, desta forma como eram feitos. Relutantemente, minha mãe ainda colocava para reesquentar as sobras de comida num forno a microondas devido a programação do seu trabalho, antes de se aposentar.

Muitos outros se sentem da mesma forma, mas são considerados como “velhos fascinados” uma minorancia datada antes da decada de ‘70 quando os aparelhos de microondas dominaram o mercado. Como a maioria dos adultos naquele tempo, os fornos a microondas tornaram-se banais, eu preferí ignorar a sabedoria intuitiva de minha mãe e me associei com a maioria que acreditava que cozinhar em fornos a microondas era muito conveniente para crer que alguma coisa poderia ser errado com ele. Um ponto a mais para a percepção materna, porque mesmo que ela não sabe as razões tecnico-científicas, ou as razões para a saúde, ela sabia que não era bom cozinhar alimentos neles. Ela não gostou do modo como as microondas mudavam suas texturas.

As microondas são perigosas para o leite dos bebês
Um número de advertências foram feitas publicas, mas mal divulgadas. Por exemplo, as familias jovens, o serviço de extensão da universidade do minesota, publicou o seguinte em 1989:

“embora as microondas esquenta rapidamente os alimentos, elas não são recomendadas para esquentar o leite servido nas mamadeiras dos bebês. A mamadeira pode parecer fria ao toque da mão, mas o liquido em seu interno pode ser extremamente quente e pode queimar a boca e também a garganta do bebê. Além disso, o acúmulo de vapor num contenitor fechado, como a mamadeira do bebê, poderia causar sua explosão. Aquecendo a mamadeira num microondas poderia provocar leves mudanças no leite. Nas fórmulas infantís, pode haver uma perda de algumas vitaminas. No leite materno, quando este é recolhido e armazenado para ser usado posteriormente, algumas propriedades protetivas podem ser destruidas. Aquecendo um frasco prendendo-o sob a água da torneira, ou colocando dentro a uma tijela com água morna, e depois testando-o no próprio pulso antes de alimentar o bebê pode tomar alguns minutos mas é muito mais seguro.

O Dr. Lita Lee do Hawaii relatou em 9-dezembro-1989 na revista Lancet:

“As fórmulas para bebês, aquecidas em fornos a microondas, converteram alguns trans-aminoacido em seus cis-isomeros sintéticos. Isomeros sintéticos, se, cis-aminoácidos ou trans-acidos graxos, não são biologicamente activos. Ainda, um dos aminoacidos, a l-prolina, foi convertida em d-isomero, que sabemos que é neurotóxica (veneno para o sistema nervoso) e nefrotóxico (veneno para os rins). É suficiente ruim que muitos bebês não são aleitados, mas agora estão dando a eles um falso leite (formula para bebês) que se faz ainda muito mais tóxico quando usamos as microondas”.

O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente
Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu um paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno a microondas. Esta tragedia fez-se muito aparente. Muito mais que o “aquecimento” com os fornos a microondas que fomos dirigidos a acreditar. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno a microondas alterou o sangue e este matou-a.

É obvio que esta forma de “radiação de calor” microondico faz alguma coisa nas substancias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos a microondas para fazer seus alimentos, estão também engolindo estas “coisas desconhecidas”. Por que o nosso corpo é electro-quimico de natureza, qualquer força que quebra ou muda o equilibrio electroquimico pode afetar a fisiologia do corpo. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico”, e no livro de Ellen Sugarman, “Cuidado, a eletricidade em torno de você pode ser perigosa para a sua saúde”.

Factos e evidencias científicas
Num estudo comparativo entre alimentos preparados convencionalmente com aquele preparado em fornos a microondas, publicado por Raum e Zeit em 1992, em 3(2): 43, declara:

“uma básica hipótese da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais ele não é acostumado, é muito mais provável que cause o mal que o bem. Alimentos expostos à radiação microondica contém tanto moléculas que energias não presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais como sempre foi feito desde a descoberta do fogo. A energia microondica do sol e outros astros é baseada na corrente contínua. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moleculas dos alimentos que eles batem. A produção de moléculas anormais é inevitável. Naturalmente podemos observar os aminoacidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como a transformação na forma tóxica sob o impacto das microondas produzidas nos fornos.

Um estudo de curta duração encontrou significantes e disturbantes mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas.oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos porém cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em fornos a microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nivel de linfócitos também diminuiu.

Uma bactéria luminescente (que emite luz) foi empregada para detectar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescencia desta bactéria quando foi exposta ao soro sanguineo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos a microondas”.

Os estudos clínicos suíços
O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é aposentado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suiças do business de alimentação de escala global. Há poucos anos, ele foi demitido do seu trabalho porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos.

Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suiça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos a microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava em forno a microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice).

O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e executar um estudo clinico de qualidade sobre os efeitos que os alimentos preparados com microondas causam no sangue e na fisiologia do corpo humano. Seu estudo, pequeno mas muito bem controlado, mostrou as forças degeneratívas produzidas em fornos a microondas e nos alimentos neles proparados. A conclusão científica mostrou que cozimentos microondicos alteram os nutrientes nos alimentos; e, também alteraram o sangue dos participantes, o que poderia causar deterioração no sistema do corpo humano. O estudo científico de Hertel foi feito junto com o Dr. Bernard H. Blanc do Instituto Federal de Tecnologia Suiço e o Instituto Universitário para a Bioquimica.

Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes variedades de alimento com o estomago vazio:

1) leite crú;
2) o mesmo leite, fervido com o sistema tradicional;
3) leite pasteurizado;
4) o leite crú fervido num forno a microondas;
5) verduras cruas de produção biológica;
6) verduras de produção biológica cozidos com o sistema tradicional;
7) verduras biológicas congeladas e depois descongeladas num forno a microondas e,
as mesmas verduras cozidas num forno a microondas.

Uma vez os voluntários foram isolados, foram presas amostras do sangue de cada voluntário imediatamente antes que comessem os alimentos. Depois foram presas amostras de sangue em intervalos regulares após o consumo do leite e verduras descritos acima.

Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue presas nos intervalos após a ingestão dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Estas mudanças incluem a diminuição de todos os valores das hemoglobinas e do colesterol, especialmente a proporção dos valores do HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram uma distinta diminuição a curto prazo após a ingestão de alimentos preparados com microondas que após a ingestão de todas as outras variedades. Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue de pessoas que haviam ingerido aquele alimento. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão que tal técnica de energias derivadas pode, de facto, passar para o homem por indução através da ingestão de alimentos feitos com microondas.

Segundo o que diz o Dr. Hertel,

“A leucocitose, a qual não pode ser considerada como normais alterações diárias e levada muito seriamente pelos hematologistas. Os leucócitos são frequentemente sinais de efeitos patogênicos em nosso organismo, tais como envenenamento e danos celulares. O aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas eram mais pronunciados que com todas as outras variedades alimentares. E parece que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substancias tratadas com microondas.

Este processo é baseado em principios físicos e ja foi confirmado pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra. Existe a literatura científica extensiva concernente aos perigosos efeitos da directa radiação microondica nos organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para substituir esta técnica prejudicial das microondas com uma tecnologia mais de acordo com a natureza. Tecnicamente, a produção de microondas é baseada no principio da corrente alternada. Atomos, moléculas, e células golpeados por esta dura radiação electromagnética são forçados a reversão de polaridade 1-100 bilhões de vezes ao segundo. Não existe atomos, moléculas ou células de qualquer sistema organico capaz de resistir a uma tão violenta e destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa intensidade de energia de milliwatts.

De todas as substancias naturais - que são polares - o oxigenio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. É assim que o calor do cozimento com microondas é gerado - a violencia desta fricção nas moléculas da água. A estrutura das moleculas são divididas, as moléculas são deformadas pelo uso da força, chamada isomerismo estrutural, e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário para o aquecimento convencional dos alimentos onde o calor é transferido convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada em calor friccional.

Além dos efeitos violentos do calor friccional, chamado efeitos térmicos, existem também os efeitos atérmicos que quase nunca são levados em consideração. Estes efeitos atérmicos não são actualmente mensuráveis, mas eles podem também deformar a estrutura das moléculas e haver qualitativas consequancias. Por exemplo o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas e usado no campo da tecnologia de alteração dos gens. Por causa da força envolvida, as células são realmente quebradas, por meio da neutralização do potencial electrico, verdadeira vida das células, entre os lados interno e externo das membranas celulares. As celulas enfraquecidas se transformam em presas fáceis para os vírus, fungos e tantos outros microorganismos. Os naturais mecanismos de reparo são suprimidos e as células são forçadas a adaptar a um estado de emergencia de energia - elas trocam de aeróbica para uma respiração anaeróbica. Em vez de água e dióxido de carbono, as células envenenadas produzem peróxido de hidrogenio e monoxido de carbono”

As mesmas deformações violentas que ocorrem em nossos corpos, quando somos expostos directamente aos radares ou microondas, também ocorre nas moléculas dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Esta radiação provoca a destruição e a deformação das moléculas dos alimentos. Usando microondas também se criam novos compostos chamados “compostos radiolíticos”, os quais são desconhecidas fusões não encontradas na natureza. Compostos readioliticos são criados pela decomposição molecular - decadência - como um resultado directo da radiação.

Os fabricantes de fornos microondas insistem que nos alimentos expostos às microondas e irradiados não tem nenhum aumento significativo dos compostos radiolíticos de que nos grelhados, assados ou noutros alimentos cozidos com as formas convencionais. A evidência clinico cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram qualquer teste referente aos efeitos em nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos com o uso das microondas. Não é um “bocado estranho”? Eles estão mais empenhados em estudar o que acontece se a porta num forno a microondas não fecha perfeitamente. Uma vez mais, o bom senso nos diz que suas atenções deveriam ser voltadas para o que acontece dentro dos alimentos cozidos em microondas. Desde que as pessoas ingerem este alimento alterado, eles não deveriam ser interessados em como estas moléculas decadentes podem afetar a nossa própria estrutura biológica celular humana?

A acção das indústrias para esconder a verdade
Tão logo quanto os Drs. Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suiça dos Distribuidores de Electrodomésticos para Residencias e Indústrias, também conhecido como FEA, atacaram rapidamente em 1992. Eles forçaram o presidente da corte de Seftigen, região de Berna, a emitir uma ordem “de amordaçar”, contra os Drs. Hertel e Blanc. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por “interferir com o comércio” e proibido de publicar suas pesquisas. Entretanto o Dr. Hertel manteve sua opinião e combateu esta decisão por muitos anos.

Não há muito tempo, esta decisão foi invertida num julgamento entregue em Strasburgo, em 25/08/1998. A corte Européia dos Direitos Humanos considerou que havia uma violação dos direitos de Hertel, na decisão de 1993. A corte Européia dos Direitos Humanos também determinou que a “ordem de amordaçar” emitida pela corte suiça em 1992 contra o Dr. Hertel, proibindo-o de declarar que os fornos a microondas são perigosos para a saúde humana, era contrária aos direitos de liberdade de expressão. Além disso, a suiça foi obrigada a pagar uma indenização ao Dr. Hertel.

Quem inventou os fornos a microondas?
Os nazistas, para usar nas suas operações de apoio móvel, originariamente desenvolveram fornos “radioemissores” para cozimento a microondas, usados para a invasão da Russia. Por ser capaz de utilizar um equipamento electronico para a preparação de refeições em larga escala, o problema logístico de combustível para cozinhar teria sido eliminado, assim como a conveniência de preparar produtos comestíveis em pouquíssimo tempo.

Após a guerra, os aliados descobriram uma pesquisa médica feita pelos alemães sobre os fornos a microondas. Estes documentos, juntos com alguns trabalhos em fornos a microondas, foram transferidos ao Departamento de Guerra Americano e classificados para referência e “suplementar investigação científica”. Os russos também tinham recuperado alguns fornos a microondas e então haviam uma pesquisa completa sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na União Soviética. Os soviéticos emitiram um alerta internacional sobre os riscos para a saúde, tanto biológico como ambiental, dos fornos a microondas e similares frequências de outros engenhos electronicos.

Outros cientistas da Europa Oriental também relataram os perigosos efeitos da radiação microondica e fixaram um preciso limite ambiental para seu uso. Os E.U.A. não aceitaram o relatório Européu sobre os efeitos perigosos, apesar disso o EPA estima que as frequencias de radio e as fontes de radiação microondica nos E.U.A. aumentaram de 15% ao ano.

Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas
No livro do Dr. Lita Lee, Efeitos na Saúde das Radiações de Microondas - Os Fornos a Microondas, e nas edições de março e setembro/1991 da revista “Earthletter”, ela declara que todo forno a microondas perde radiação electromagnética, que é nocivo para os alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares resumidas neste artigo revela que os fornos a microondas são muito mais perigosos de quanto era previamente imaginado.

A seguir temos um sumário das investigações Russas publicadas pela Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon. Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o proposito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:
· o tratamento com microondas de preparados à base de carne apenas o suficiente para a normal ingestão, causou a formação de D-nitrosodienthanolaminas, bem conhecidas como carcinógeno (Cancerógeno).
· O leite e os cereais aquecidos com microondas converteram alguns de seus aminoácidos em carcinógenos.
· Descongelando frutas congeladas estas converteram o seu conteúdo de glucose e galactose em substancias carcinógenas.
· Uma exposição extremamente curta de verduras cruas, cozidas ou congeladas converteu o alcaloide presente nas verduras em carcinógenos.
· Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas expostas às microondas, especialmente raizes vegetais.
· Diminuição do valor nutricional
Pesquisadores Russos também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:

Diminuição da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores lipotropicos em todos os alimentos testados.

Várias espécies de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcalóides, glucoses, galactoses e nitrilosides.

A degradação das nucleo-proteínas nas carnes.

A descoberta da doença das microondas
Os russos pesquisaram em milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento do radar em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os russos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.

No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico”, ele descreveu a pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde da radiação microondica, às quais ele chamou “doença das microondas”. Na pagina 314, Becker declara:

“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são baixa pressão arterial e baixa pulsação cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crônica do sistema nervoso simpático (sindrome de stress) e alta pressão sanguinea. Nesta fase também se incluem frequentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insonia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, perda de cabelos, além do aumento de incidencia de apendicites, catarata, problemas nos orgãos reprodutivos e cancer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glandulas supra-renais e doença isquêmica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos)”.

Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes quimicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo. O seguinte é uma amostra destas mudanças:
· Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de cancer.
· Aumento do índice de formação de células cancerógenas foi observado no sangue
· Aumento do indice de cancer no estomago e intestinos foi observado
· Elevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados.

Conclusões sobre a pesquisa das microondas
A seguir estão as mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de acção referente aos efeitos biológicos das microondas:

A pesquisa inicial conduzida pelos alemãos durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43); e

De 1957 até hoje (até o fim da guerra fria) as operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:

Instituto de radio tecnologia em Kinsk, região autonoma da Bielorussia; e no instituto de radio tecnologia em Rajasthan na região autonoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Em muitos casos, os alimetos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal, sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores Russos e Alemãos são apresentados em três categorias:
· Categoria I - Efeitos que causam o Cancer
· Categoria II - Destruição Nutritiva dos Alimentos
· Categoria III- Efeitos Biológicos da Exposição

Categoria I

EFEITOS QUE CAUSAM O CANCER

(Os primeiros dois pontos da categoria I são ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)

3 - Criação de um efeito ligado com a radioactividade na atmosfera, assim da causar um significante aumento no total de saturação das particulas Alfa e Beta dos alimentos.

4 -Criação de agentes causadores do cancer nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais que são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);

5 - Alteração das elementares substancias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos expostos às microondas (o colapso do processo metabólico);

6 - Devido as alterações quimicas dentro das substancias dos alimentos, disfunções foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);

7 - A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma alta no percentual de celulas cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas - células tumorais tais como sarcoma);

8 - Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colápso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolizada) e galactoside (alcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira.

9 - A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcalóides das plantas (elementos base do nitrogênio organico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.

10 - Radicais livres causadores do cancer (moléculas incompletas altamente reactivas) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares, e em particular, raizes vegetais cruas; e,

11 - Estatísticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de cancer no estomago e nos intestinos, bem como uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestico e excretor.

Categoria II

DIMINUIÇÃO DO VALOR NUTRITIVO DOS ALIMENTOS
A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:

1 - Uma diminuição na bio-disponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrimentos) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e lipotropicos em todos os alimentos;

2 - Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;

3 - Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcaloides (elementos básicos do nitrogênio organico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;

4 - Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;

5 - Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.

Categoria III

EFEITOS BIOLÓGICOS DA EXPOSIÇÃO

A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Isto não foi descoberto até que os Russos experimentaram com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não precisa ingerir as substancias preparadas com microondas: aquela regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.

Os seguintes efeitos são enumerados:

1 - Colapso do “campo de energia vital” humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.

2 - Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;

3 - Uma degeneração e a desestabilização dos potenciais externos de energia activada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;

4 - Uma degeneração e a desestabilização do potencial da membrana celular enquanto o processo de transferimento catabólico (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.

5 - Degeneração e colapso dos impulsos eléctricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);

6 - Degeneração e colapso do circuito eléctrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neuroplexuses (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autônomo;

7 - Perda de equilibrio e rotação da força bioelectrica dentro do sistema activado de ascendencia reticular. (o sistema que controla a função da consciência);

8 - uma perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos setes humanos, animais e plantas foram verificados num raio de 500 metros do equipamento operacional;

9 - Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos” magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.

10 - Uma desestabilização e interrupção na produção dos hormonios e na manutenção do equilibrio hormonal em machos e fêmeas;

11- Níveis notavelmente altos de disturbios nas ondas cerebrais alpha, theta e padrões do sinal de onda delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;

12 - Por causa destes disturbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negatívos foram verificados incluindo a perda da memória, perda da capacidade de concentração e abaixamento do limiar emocional, desaceleração do processo intelectivo, e episódios de interrupção do sono num percentual estatísticamente elevado em individuos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar que em estações de transmissões.

Conclusões das pesquisas legais
Das vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos é claramente em evidência. Devido ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III : 9), que pode por fim afetar o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neuroplexuses (centro do nervo), a longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroeléctricos.

Por que, estes efeitos podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuroeléctrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão dos alimentos preparados em fornos a microondas é claramente contra-indicada em todos os aspectos. Seus magnéticos efeitos residuais podem transformar os componentes do receptor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas frequencias de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes de televisão.

A teorética possibilidade da influência psico-telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pelas transmissões de sinais de rádio e frequencias controladas) foi sugerido pelas investigações neuropsicológicas soviéticas em Uralyera e Novosibirsk (Luria e Perov, 1974a, 1975c, 1976a) a qual pode causar a conformação involuntária do campo de energia psicológico subliminal de acordo com o aparelho operativo de microondas.

Dez razões para jogar no lixo o seu forno a microondas
Das conclusões dos estudos clinicos científicos dos Suiços, Russos e Alemãos, nós não podemos mais ignorar o forno a microondas sentado nas nossas cozinhas. Baseado nesta pesquisa, podemos concluir este artigo com o seguinte:

1 - continuar comendo alimentos processados em fornos a microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos eléctricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).

2 - o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.

3 - a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.

4 - os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.

5 - os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos ou alterados de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, ou o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.

6 - os minerais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.

7 - alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de cancer do colon, nos E.U.A.

8 - a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.

9 - a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunitário através das glandulas linfáticas e alterações do soro sanguineo.

10 - comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a perda da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição a inteligência.

Voce já jogou no lixo o seu forno a microondas?
O uso de transmissões artificiais de microondas para um controle psicológico subliminal. Também conhecido como “lavagem cerebral”, foi também provado. Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Russas de 1970 e os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus experimentos clinicos nesta área.

FORENSIC RESEARCH DOCUMENT
Prepared By: William P. Kopp
A.R.E.C. Research Operations
T061-7R10/10-77F05
RELEASE PRIORITY : CLASS I R001a

Escrito por: Anthony Wayne and Lawrence Newell

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Video Demonstrativo - Água no Microondas

Este é um vídeo que demonstra o verdadeiro perigo.... não experimente isto em casa!!!

Os perigos ocultos da culinária de microondas

Os perigos ocultos da culinária de microondas



Extraído de NEXUS Magazine, Volume 2, nº 25 (abril-maio de 1995).
http://www.nexusmagazine.com
Tradução de Beatriz Medina
Em maio de 1989, Tom Valentine, depois de mudar-se para St Paul, no estado de Minnesota, ouviu no rádio do carro uma notícia curta: "Embora os fornos de microondas aqueçam rapidamente a comida, não são recomendados para esquentar mamadeiras de bebês. Embora a mamadeira pareça fria ao toque, o líquido em seu interior pode ficar extremamente quente e queimar a boca e a garganta do bebê. Além disso, a formação de vapor num recipiente fechado como a mamadeira pode fazê-la explodir."

A notícia continuava: "O aquecimento da mamadeira em microondas pode provocar leves alterações no leite. Em fórmulas para bebês, pode haver perda de algumas vitaminas. Em leite materno extraído mecanicamente, algumas propriedades protetoras podem ser destruídas." O alerta concluía: "Aquecer a mamadeira mantendo-a sob a torneira ou deixando-a numa panela com água quente pode levar mais alguns minutos, mas é muito mais seguro."

No início de 1991, vazaram informações a respeito de um processo judicial em Oklahoma. Uma mulher chamada Norma Levitt fizera uma cirurgia na bacia e morreu por causa de uma simples transfusão de sangue, porque a enfermeira "aqueceu o sangue da transfusão num forno de microondas".

É rotina aquecer o sangue das transfusões - mas não em fornos de microondas! No caso da senhora Levitt, o microondas alterou o sangue, e matou-a.

Será que não dá para concluir que esta forma de aquecimento na verdade causa "algo diferente" nas substâncias aquecidas? Não seria prudente determinar o que este "algo diferente" pode causar?

HANS HERTEL

Na pequena cidade de Wattenwil, perto de Basel, na Suíça, mora um cientista que anda assustado com a falta de pureza e naturalidade nos muitos objetivos da humanidade moderna. Ele trabalhou como pesquisador de alimentos durante vários anos, numa das grandes empresas do setor alimentício da Suíça que fazem negócios em escala global. Há alguns anos, foi demitido por questionar procedimentos de processamento que desnaturavam os alimentos.

Hans Hertel foi o primeiro cientista a conceber e realizar um estudo de alto nível sobre os efeitos dos nutrientes tratados com microondas sobre o sangue e a fisiologia dos seres humanos. Este estudo, pequeno mas bem controlado, denunciou com firmeza a força degenerativa dos fornos de microondas e da comida neles preparada. A conclusão foi clara: cozinhar no microondas altera os nutrientes de forma a provocar mudança no sangue dos participantes; estas não foram mudanças saudáveis, mas alterações que poderiam causar a
deterioração dos sistemas do corpo humano.

- Para controlar o máximo possível de variáveis, selecionamos oito indivíduos, praticantes estritos da dieta macrobiótica e membros do Instituto Macrobiótico de Kentel, Suíça - explicou Hertel. - Ficamos todos hospedados no mesmo hotel nas montanhas durante oito semanas. Não houve fumo, álcool nem sexo.

Logo se vê que estas exigências fazem sentido. Afinal de contas, como seria possível perceber mudanças sutis no sangue humano causadas por comida feita em microondas se estivessem presentes cigarros, bebidas, comida industrializada, poluição, pesticidas, hormônios, antibióticos e tudo o mais que existe no ambiente comum?

Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários do estudo receberam, de estômago vazio, uma das seguintes variantes de alimentos: leite cru de uma fazenda biológica (nº. 1); o mesmo leite fervido da maneira convencional (nº. 2); leite pasteurizado da empresa Intermilk Berne (nº. 3); o mesmo leite cru cozido em forno de microondas (nº. 4); vegetais crus de uma
fazenda orgânica (nº. 5); os mesmos vegetais cozidos da forma convencional (nº. 6); os mesmos vegetais congelados e descongelados no forno de microondas (nº. 7); e os mesmos vegetais cozidos no forno de microondas (nº. 8).

Depois que os voluntários se isolaram no hotel, começou o teste. Foram tiradas amostras de sangue de todos os voluntários imediatamente antes da refeição. Depois outras amostras foram colhidas em intervalos definidos depois de ingeridas as preparações de leite ou vegetais citadas acima.

Foram descobertas mudanças significativas no sangue dos voluntários que consumiram alimentos cozidos no forno de microondas. Estas alterações incluíram uma redução de todos os valores de hemoglobina e colesterol, em especial dos valores do HDL (colesterol bom) e do LDL (colesterol nocivo) e da proporção entre eles. Os linfócitos (glóbulos brancos do sangue) apresentaram um decréscimo de curto prazo mais notável após a ingestão de
alimentos cozidos no microondas do que depois da ingestão de todas as outras variantes. Cada um destes indicadores mostravam uma direção contrária à saúde robusta e favorável à degeneração. Além disso, surgiu uma associação muito significativa entre a quantidade de energia de microondas usada nos alimentos-teste e o poder luminoso de bactérias luminescentes expostas ao soro sangüíneo das pessoas testadas que comeram aqueles alimentos. Isto levou Hertel a concluir que a energia gerada tecnologicamente pode, na
verdade, ser passada por indução para o homem através do consumo de comida feita em
microondas.

- As microondas produzidas tecnicamente baseiam-se no princípio da corrente alternada. Átomos, moléculas e células atingidas por esta forte radiação eletromagnética são forçados a reverter sua polaridade de 1 a 100 bilhões de vezes por segundo. Não há átomo, molécula ou célula de nenhum sistema orgânico capaz de resistir a uma força tão violenta e destrutiva durante nenhum período de tempo, nem mesmo na faixa de baixa energia dos miliwatts.

- De todas as substâncias naturais polares, o oxigênio das moléculas da água é o que reage com mais sensibilidade. É assim que se gera calor no forno de microondas: pela fricção desta violência nas moléculas de água. A estrutura das moléculas é despedaçada, as moléculas são deformadas violentamente (o que se chama isomerismo estrutural) e assim perdem qualidade.

O AQUECIMENTO DA COMIDA

- Tudo isto é o contrário do aquecimento convencional do alimento, no qual o calor se transfere por convecção de fora para dentro. O cozimento com microondas começa dentro das células e moléculas onde há água presente e onde a energia é transformada em calor de fricção.

Hertel acrescentou que, além dos efeitos do violento calor de fricção (chamados efeitos térmicos), há também efeitos atérmicos que quase nunca foram levados em conta.

- Estes efeitos atérmicos não são mensuráveis atualmente, mas podem também deformar a estrutura das moléculas e têm conseqüências qualitativas. Por exemplo, o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas é utilizado no campo da tecnologia de alteração genética. Por causa da força envolvida, na realidade as células são quebradas, neutralizando assim os potenciais elétricos - a própria vida das células - entre os lados de dentro
e de fora das membranas celulares. As células atingidas tornam-se presa fácil de vírus, fungos e outros microorganismos. Os mecanismos naturais de reparação são suprimidos e as células forçadas a se adaptarem a um estado energético de emergência: passam da respiração aeróbia para a anaeróbia. Em vez de água e dióxido de carbono, produzem-se peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono.

A mesma fricção violenta e as deformações atérmicas que podem ocorrer em nossos corpos quando somos sujeitos ao radar ou às microondas acontecem com as moléculas da comida feita num forno de microondas. Na verdade, quando alguém faz comida num destes aparelhos, o forno emite uma energia de cerca de 1.000 watts ou mais. Esta radiação provoca destruição e deformação das moléculas do alimento e a formação de novos compostos (chamados compostos radiolíticos) desconhecidos no organismo humano e na natureza.

A ciência e a tecnologia dos dias de hoje garantem insistentemente que os alimentos tratados com microondas ou irradiados não apresentam quantidade significativamente maior de "compostos radiolíticos" do que aqueles cozidos, assados ou preparados pelo sistema convencional - mas as microondas produzem mais destas substâncias. É curioso que nenhuma instituição científica importante nem nosso governo superprotetor tenha realizado testes de sangue sobre os efeitos da ingestão de vários tipos de alimentos cozidos. Hertel e
seu grupo fizeram estes testes, e é clara a indicação de que alguma coisa está errada e que deveriam ser feitos estudos mais amplos. Os efeitos aparentemente tóxicos do cozimento com microondas são apenas mais um item numa longa lista de aditivos antinaturais de nossa dieta diária. No entanto, as instituições oficiais recusam-se a dedicar-se a este trabalho.

- Estes resultados demonstram tendências anêmicas. A situação ficou ainda mais pronunciada durante o segundo mês do estudo - acrescentou Hertel. - E com estes valores em declínio, houve um aumento correspondente dos valores do colesterol.

Hertel admite que fatores de estresse da coleta de amostras de sangue com tanta freqüência todos os dias, por exemplo, não podem ser ignorados, mas a linha básica estabelecida para cada indivíduo tornou-se o marcador do "valor zero" e só as alterações relativas a estes valores-zero foram determinadas estatisticamente.

Depois de completado o primeiro ciclo de substâncias de teste, a diferença entre os efeitos dos alimentos preparados de forma convencional e da comida feita com microondas foi marginal - embora notada como "tendência" definida. Com a continuação do teste, a diferença dos marcadores sangüíneos tornou-se "estatisticamente significativa". As mudanças são consideradas, em geral, como sinais de estresse no corpo. Por exemplo, os eritrócitos tendem a aumentar depois de ingerir legumes cozidos no forno de microondas. A hemoglobina e os valores médios de concentração e conteúdo de hemoglobina também tenderam a cair significativamente depois da ingestão de substâncias tratadas com microondas.

LEUCOCITOSE

- A leucocitose - explicou Hertel -, que não pode responder a desvios diários como os que se seguem à ingestão de alimento, é levada a sério pelos hematologistas. A resposta dos leucócitos é especialmente sensível ao estresse. Com freqüência, é sinal de efeitos patogênicos no sistema vivo, tais como o envenenamento e o dano celular. O aumento dos leucócitos com a ingestão de alimentos tratados com microondas foi mais pronunciado do que com todas as outras variantes. Parece que estes aumentos marcantes foram causados inteiramente pela ingestão de substâncias tratadas com microondas.

Os níveis de colesterol foram muito interessantes, como ressaltou Hertel:

- A crença científica comum afirma que os valores de colesterol costumam alterar-se lentamente em períodos extensos de tempo. Neste estudo, os valores aumentaram rapidamente depois do consumo dos legumes cozidos com microondas. No entanto, com o leite os valores de colesterol permaneceram os mesmos e chegaram a reduzir-se significativamente com o leite cru.

Hertel acredita que seu estudo tende a conformar dados científicos recentes que sugerem que o colesterol pode aumentar rapidamente no sangue em resposta a um estresse agudo.

- Além disso - acrescenta - o nível de colesterol no sangue é menos influenciado pelo conteúdo de colesterol do alimento do que por fatores de estresse. Tais fatores causadores de estresse podem, aparentemente, ser alimentos que não contêm praticamente nenhum colesterol: os legumes cozidos com microondas.

É fácil de ver que este estudo financiado e realizado individualmente tem substância suficiente para provocar a atenção de qualquer pessoa com um mínimo de bom senso. Alimentos preparados em fornos de microondas causaram mudanças anormais, representativas de estresse, no sangue de todos os indivíduos testados. A individualidade biológica, variável-chave que ridiculariza muitos estudos supostamente científicos, foi muito bem
compensada pelas normas estabelecidas.

MORDAÇA JUDICIAL

Assim que Hertel e Blanc anunciaram seus resultados, o tacape da autoridade caiu sobre eles. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suíça de Vendedores e Fabricantes de Eletrodomésticos, conhecida como FEA, reagiu rapidamente. Forçaram o presidente do tribunal de Seftigen, Cantão de Berna, a emitir uma "ordem de mordaça" contra Hertel e Blanc. O ataque foi tão feroz que Blanc rapidamente retirou seu apoio - mas era tarde demais. Ele já registrara por escrito sua opinião sobre a validade dos estudos, e
concordara com a opinião de que alimentos preparados com microondas causavam
anormalidades sangüíneas.

Hertel manteve sua posição, e hoje exige com vigor seu direito a um julgamento. Audições preliminares sobre o assunto foram requisitadas a tribunais superiores, e é bastante óbvio que as forças existentes não querem um julgamento-show sobre este tema.

- Não conseguiram me intimidar e me forçar ao silêncio, e não aceitarei suas condições - declarou Hertel. - Compareci a grandes seminários na Alemanha, e os resultados do estudo foram bem recebidos. Também acho que as autoridades sabem que cientistas da Ciba-Geigy [a maior empresa farmacêutica do mundo, com sede na Suíça] declararam que me apoiariam no tribunal.

Enquanto aqueles poderosos interesses na Suíça que desejam vender milhões de fornos de microondas continuam a evitar o debate aberto deste tema vital para a civilização moderna, novos acontecimentos sobre as microondas surgiram nos Estados Unidos.

PERIGO PARA BEBÊS

Na revista Pediatrics (vol. 89, nº 4, abril de 1992) foi publicado um artigo intitulado "Efeitos da radiação de microondas em fatores anti-infecciosos do leite humano". Richard Quan, médico de Dallas, Texas, era o primeiro nome da equipe que realizou o estudo. John A. Kerner, médico da Universidade de Stanford, também fazia parte da equipe, e foi citado num artigo resumido sobre a pesquisa publicado no número de 25 de abril da revista Science News.
Para dar todo o gostinho do que pode ainda surgir a respeito das microondas, eis aqui o resumo:

"Mulheres que trabalham fora podem extrair e armazenar leite do peito para alimentar o bebê em sua ausência. Mas pais e responsáveis devem ter cuidado quanto à forma de aquecer este leite. Um novo estudo demonstra que o aquecimento de leite humano com microondas - mesmo em ajuste bem baixo - pode destruir algumas de suas importantes qualidades de combate a doenças.

"O leite do peito pode ser refrigerado com segurança por alguns dias, ou congelado durante um mês; no entanto, estudos mostraram que o aquecimento do leite a temperaturas acima da temperatura média do corpo - 37°C - pode destruir não só seus anticorpos contra agentes infecciosos com também suas lisozimas, ou enzimas que digerem bactérias. Assim, quando o pediatra John A. Kerner Jr. observou enfermeiras neonatais amornando ou aquecendo leite
materno no forno de microondas em sua sala, ficou preocupado.

"No número de abril de 1992 de Pediatrics (parte I), ele e seus colaboradores da Universidade de Stanford relataram a descoberta de que leite materno não aquecido e submetido a microondas perdeu a atividade da lisozima e anticorpos e promoveu o crescimento de bactérias potencialmente mais patogênicas. O leite aquecido num ajuste alto (72°C a 98°C) perdeu 96% de seus anticorpos imunuglobulina-A, agentes que detêm micróbios invasores.

"Kerner diz que o que realmente o surpreendeu foi descobrir alguma perda de propriedades anti-infecciosas no leite submetido às microondas num ajuste baixo - numa média de apenas 33,5°C. Alterações adversas em temperaturas tão baixas sugerem que o próprio forno de microondas pode na verdade causar algum dano ao leite, além e apesar do aquecimento.

"Mas Randall M. Goldblum, do Instituto de Medicina da Universidade do Texas em Galveston, discorda e diz: "Não vejo nenhuma prova inconteste de que as microondas tenham causado algum dano. Foi o aquecimento." A degradação de lisozimas e anticorpos nas amostras mais frias pode simplesmente refletir o desenvolvimento de pequenos pontos mais quentes - potencialmente 60°C ou mais - durante o aquecimento com microondas, como observou Madeleine Sigman-Grant, da Universidade do Estado da Pennsylvania em University Park. E isso é de se esperar, segundo ela, porque o aquecimento por microondas é inerentemente irregular e bastante imprevisível quando envolve volumes menores que quatro mililitros, como foi o caso no estudo de Kerner.

"Goldblum considera o uso de microondas para aquecer o leite uma idéia especialmente má, já que provavelmente levará parte do leite à fervura antes que o todo esteja sequer liqüefeito. O Centro Médico da Universidade de Stanford não aquece mais o leite materno no microondas, como observa Kerner. E Sigman-Grant acredita que esta é uma providência apropriada, por causa das pequenas quantidades de leite servidas pelos hospitais aos recém nascidos, especialmente aos prematuros."

O pesquisador Quan, em entrevista por telefone, disse acreditar que os resultados das pesquisas até agora exigem estudo mais detalhado dos efeitos do forno de microondas sobre os nutrientes. A frase abaixo, do resumo da publicação de uma pesquisa, é muito clara:

"Cozinhar com microondas parece ser contra-indicado em caso de altas temperaturas, e existem dúvidas quanto a sua segurança mesmo em temperaturas baixas."

A afirmação final da conclusão do estudo é a seguinte:

"Este estudo preliminar sugere que o aquecimento do leite humano com microondas pode ser prejudicial. São necessários mais estudos para determinar se e como se podem usar as microondas com segurança."

Infelizmente, por enquanto não há mais estudos previstos.

Se você quisesse colocar um suplemento alimentar de ervas no mercado americano, alegando benefícios à saúde, teria de apresentar documentação detalhada e fazer pesquisas caras. Mas indústria de fornos de microondas só teve de provar que as perigosas microondas podiam realmente ficar contidas dentro do forno sem escapar para a área em volta, onde a radiação poderia fazer mal às pessoas. A indústria admite que algumas microondas escapam
mesmo dos melhores fornos. Até agora, a indústria não deu a menor atenção à
possibilidade de que os nutrientes possam ser alterados a ponto de se tornarem prejudiciais à saúde.

Isso faz sentido numa terra que encoraja os fazendeiros a envenenarem as colheitas e o solo com quantidades maciças de substâncias químicas sintéticas e incentiva os fabricantes de alimentos a utilizar aditivos que aumentam a vida de prateleira de seus produtos, sem se importar com o potencial de degradação da saúde do consumidor.

Microondas inofensivo ou prejudicial?


Microondas inofensivo ou prejudicial?


Inofensivo ou Prejudicial?

O forno de microondas é uma das grandes invenções do século XX. Milhões de familias em todo o mundo utilizam este pequeno electrodoméstico para descongelar, cozinhar ou aquecer alimentos. Segundo dados de Marktest, relativos a 2006, mais de 5,8 milhões de lares portugueses têm fornos microondas, ou seja 70% dos lares Portugal Continental. Ainda assim, há dúvidas sobre os efeitos do microondas na comida e na saúde.



Não se conhece nenhuma Proibição ou desaconselhamento de uso de fornos microondas por qualquer organismo governamental de qualquer país no mundo. A FDA (Food and Drug Administration), a agência governamental norte-americana que regula os alimentos e os medicamentos, tem regulamentado o fabrico de fornos microondas desde 1971.
“Baseados no actual conhecimento sobre a radiação de microondas, a FDA acredita que os fornos que cumprem os nossos padrões e são usados de acordo com as instruções do fabricante, podem ser usados com segurança”,pode ler-se no seu site. Posição idêntica tem a Helth Canada, o departamento federal responsável pela saúde dos canadianos. Isto para citar apenas dois exemplos. Antes de mais convém perceber o que são exactamente as “microondas”. São basicamente uma forma de energia electromagnética de radiofrequência que são geradas electronicamente e não provêm de uma fonte radioactiva, nem fazem com que ao comida ou o próprio forno com que a comida se torne radioactivo. Quando as midroondas penetram na comida fazem com que as moléculas de água e outras substâncias presentes nos alimentos vibrem. É esta excitação das moléculas que provoca o aquecimento e faz com que sejam facilmente cozinhados, mais rapidamente que um forno convencional. Aliás, o menor tempo de cozedura é apontado por muitos especialistas como uma vantagem em relação ao fogão ou ao forno convencional, uma vez que conserva muitas vitaminas e minerais que são sensíveis ao calor ou solúveis na água.

Inúmeros estudos realizados comprovaram a segurança dos fornos microondas. Um, que é geralmente citado e aceite pela comunidade científica, foi levado a cabo em 1995 pelos dinamarqueses Anne Lassen e Lars Ovensen, do Instituite Of Food Safety and Nutrition, em Sooborg, na Dinamarca.

O ùnico perigo dos microondas, e este é bem vincado pelos fabricantes dos electrodomésticos, prende-se com o risco de queimaduras, no caso de o utilizador se sujeitar directamente às microondas. Um risco que está assegurado pelo dispositivo que interrompe a emissão de ondas sempre que a porta se abre. Os líquidos podem também ser mais problemáticos uma vez que podem entrar em ebulição(ferver) sem que se verifique o borbulhar que ocorre num tacho com água ao lume, por exemplo. A maior parte dos estudos ou teorias apresentadas para invocar os perigos da utilização dos fornos de microondas baseiam-se na radiação. Defendem que a agitação molecular que provoca o aquecimento dos alimentos, causa também dano nas moléculas vizinhas, rasgando-as ou deformando-as completamente. Um fenómeno que tem o nome científico de Isomerismo Estrutural.

Em estudo realizado por cientistas espanhóis do CEBAS-CSIC e publicado no Journal of the Science of Food and Agriculture em 2003, concluiu que cozinhar no microondas é “a pior forma de preservar,pelo menos, um dos mais importantes nutrientes que se encontram nos vegetais”. De acordo com Cristina Garcia-Viguera, co-autora do estudo, os brócolos assim cozinhados perderam 97% e 87% de flavonóides e derivados do ácido cafeoilquínico, antioxidantes úteis na prevenção do cancro. Os brócolos cozinhados em vapor em comparação, perderam apenas 11%,0% e 8% dos mesmos antioxidantes. Num artigo publicado em 1992 no jornal Pediatrics, uma equipa de investigadores da Universidade de Stanford relatou que re-aquecer o leite materno num forno microondas, mesmo a baixas temperaturas, pode destruir algumas das suas propriedades de defesas naturais. Especificamente, verificou-se uma perda de lisosima, que protege contra as infecções bacterianas. O facto de tais alterações se terem verificado a temperaturas muito baixas, convenceu os invetigadores que o próprio microondas pode danificar o leite, mesmo para além do aquecimento.



Também o leite artificial sofre alterações quando exposto às microondas, segundo a investigadora norte-americana Lita Lee, que em 1989 escreveu no jornal The Lancet que alguns aminoácidos trans da fórmula se convertem em substâncias sintéticas como ácidos gordos tran. Um dos aminoácidos, o l-prolina, é convertido numa substância que se sabe ser perigosa para o sistema nervoso e para os rins. A vitamina B-12 é outro dos nutrientes que podem ser destruídos pelo microondas, de acordo com um estudo japonês publicado na Science News em 1998. constatou-se que apenas seis minutos no microondas são suficientes pra destruir metade da vitamina B-12 nos produtos lácteos e na carne, o que é uma taxa de destruição bastante mais elevada que a verificada em outras técnicas de cozinhar.

in performance nº71,OUT de 2007
2007-11-19

Aquecer água no microondas - NUNCA!!!!!

Este é um testemunho real de alguém que já sofreu com um microondas......

Esta informação é importante para alertar qualquer pessoa que utilize o forno de microondas para aquecer água. Este é o relato de uma mãe:

Há cerca de 5 dias o meu filho, de 26 anos de idade, decidiu tomar um café instantâneo. Colocou, para aquecer no microondas, um copo com água (algo que ele já tinha feito muitas vezes).
Não sei ao certo por quanto tempo programou o cronómetro do microondas, mas ele queria tirar a água fervendo.
Quando o cronómetro desligou, abriu o forno e retirou o copo. Olhou para interior do copo e reparou que a água não estava borbulhando, mas, subitamente, a água “explodiu”. O copo manteve-se intacto e a água saltou , atingindo o seu rosto, que ficou empolado com queimaduras de 1º e 2º grau. Talvez ele venha a ficar desfigurado e pode, também, perder parte da visão esquerda. No hospital, o médico que o assistiu confirmou que esta é uma ocorrência bastante comum.

” Explicação científica : A água explode porque o forno microondas a aquece a uma temperatura superior a 100º. Quando a água é aquecida numa chaleira, no fogão,o fundo fica com uma temperatura superior a 100º, desencadeando a formação de bolhas de vapor que sobem até à superfície aumentando, a troca de calor e permitindo que a água se mantenha a 100º. No forno de microondas a água é aquecida, mas o recipiente não; assim, não se desencadeia a formação de bolhas que permitiriam arrefecer a
temperatura da água. Desta forma, a água é aquecida a uma temperatura superior a 100ºC, ficando à espera que algo desencadeie a formação de bolhas. Quando por agitação ou adicionando açúcar ou café, se desencadeia a formação de bolhas, isso ocorre com tal intensidade que resulta numa explosão da água a uma temperatura elevadíssima, que pode provocar queimaduras graves.

Recomendação : Nunca se deve aquecer, no microondas, recipientes só com água sem mais nada. Deve-se colocar alguma coisa dentro do recipiente, para difundir a energia, tal como uma colher de pau, etc. “

Experiências com Microondas

Aqui neste PDF, podemos observar algumas experiências efectuadas com um Microondas e podemos no final tirar as nossas próprias conclusões sobre o uso do microondas, eu nunca tive microondas, porque li um artigo quando era muito novo acerca dos microondas e jurei a mim mesmo nunca comprar um microondas....

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Perigos do Microondas - Chocante!!!

Caros Leitores,

Muitos de voces estão interessados sobre o impacto da tecnologia na saúde e na longevidade.
Muito frequentemente, a tecnologia nos separa da natureza, ou viola os principios sadios da vida e o resultado são os efeitos negativos.

Nós acreditamos que a tecnologia detém a grande promessa quando, desenvolvidas, promovidas e usadas para indivíduos e instituições éticas. As tecnologias prejudiciais ou imorais utilizadas devem nos incitar a agir e colocar tudo em ordem. Por isso, nós condividimos as informações abaixo.

Este excelente artigo foi escrito por Anthony Wayne e Lawrence Newell. Fonte : http://www.healthfree.com


RADIAÇÃO DE FORNOS
As provas dos Perigos das Microondas


È possível que milhões de pessoas sejam ignorantes, sacrificando sua saúde em troca da conveniência dos fornos a microondas? Porque a União Soviética proibiu o uso dos fornos a microondas em 1976? Quem inventou os fornos a microondas e por que? As respostas para estas perguntas podem induzir-lhes a jogar no lixo o seu forno a microondas.

Em mais de 90% dos lares americanos tem fornos a microondas usados para preparar refeições, porque os fornos a microondas são muito convenientes e eficazes para economizar energia, se comparado aos fornos convencionais, e em muito poucas casas ou restaurantes eles não são presentes. Em geral, as pessoas acreditam que o que o forno a microondas fez nos alimentos nele cozidos não tem algum efeito negativo nem nos alimentos nem nas pessoas.
Naturalmente, se os fornos a microondas fossem realmente nocivos, nossos governantes não permeteriam que fossem vendidos nos supermercados, ou ao invés sim? Apesar do que foi “oficialmente“ feito referente aos fornos a microondas nós deixamos de usar os nossos baseados nos fatos pesquisados e evidenciados neste artigo.

A finalidade deste relatório é mostrar provas, evidências - que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano de quanto se possa imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos a microondas, os políticos de Washington, e a simples natureza humana está suprimindo os factos e evidências. Por isso, as pessoas continuam a usar as microondas para cozinhar seus alimentos - em total ignorancia - sem conhecer os efeitos e o perigo desta pratica.


Como funcionam os fornos a microondas?

Os instintos maternos são correctos

As microondas são inseguras para o leite dos bebês

Sangue aquecido num forno a microondas mata o paciente

Evidencias e efeitos científicos

Os estudos clinidos suiços

De acordo com o Dr. Hertel

A acção das indústrias para esconder a verdade

Quem inventou o forno a microondas?

Carcinógenos em alimentos feitos com microondas

Descoberta a doença provocada por microondas

Conclusões das pesquisas sobre microondas

Efeitos que causam o cancer

Diminuição do valor nutritivo dos alimentos

Efeitos biológicos da exposição

Conclusões das pesquisas legais

Dez razões para jogar no lixo o seu forno a microondas

Como funcionam os fornos a microondas?


As microondas são uma forma de energia electromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força electromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia electromagnética que viaja a velocidade da luz (186,282 milhas/seg). Na nossa actual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distancias como sinais telefonicos, programas televisivos e informações computadorizadas em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas as microondas mais familiares para nós é a fonte de energia para cozinhar alimentos.

Cada forno a microondas possui um magnetron, um tubo em que os eléctrons são afetados pelo campo elétrico magnético em tal maneira para produzir uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz). Esta radiação a microondas interage com as moléculas dos alimentos. cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva a negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas do alimento - especialmente as moléculas da água - possuem extremidade positiva e negativa como um iman que possui os polos Norte e Sul.

Em modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de aproximadamente 1000 watts de corrente alternada. Enquanto estas microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas fazem rotar as moléculas do alimento na mesma frequencia milhões de vezes por segundo. Toda esta agitação cria uma fricção molecular, a qual aquece os alimentos. A fricção tambem causa um elevado dano nas moléculas vizinhas, frequentemente rasgando-as em partes ou deformando-as completamente. O nome científico para esta deformação é “isomerismo estrutural“.

Pela comparação, as microondas do sol são baseadas nos principios da pulsação da corrente contínua (DC) que não gera calor friccional; os fornos a microondas usam a corrente alternada (AC) gerando calor friccional. Um forno a microondas produz uma onda de energia pontiaguda com toda a potencia que entra em somente uma estreita frequencia do espectro de energia.

Muitos termos são usados para descrever ondas electromagnéticas, tais como: comprimento de onda, amplitude, ciclo e frequência.

O comprimento de onda determina o tipo de radiação, isto é, radio, raios X, ultravioleta, visiveis, infravermelho, etc.

A amplitude determina a extensão do movimento medido do ponto de inicio.

O ciclo determina a unidade de frequência, tais como ciclos por segundo, Hertz, Hz, ou ciclos/seg.

A frequência determina o número de ocorrências dentro de um dado período de tempo (usualmente 1 segundo). O número de ocorrências de um processo decorrente por unidade de tempo, isto é, o número de repetições dos ciclos por segundo.

Radiação = propagação de energia com ondas electromagnéticas.

A radiação, como definida pelas terminologias da física, são “as ondas electromagnéticas emitidas pelos átomos e moleculas de uma substancia radioactiva como consequência da deterioração nuclear. “ a radiação provoca a ionização, o que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde electrons. Em poucas palavras, um forno a microondas deteriora e altera a estrutura molecular dos alimentos com o processo de radiação. Se os fabricantes tivessem chamado estes fornos de “fornos de radiação“, é duvidoso se eles teriam vendido pelo menos um. Mas aquilo é exatamente o que um forno a microondas é.

Nos disseram que alimentos cozidos em fornos de microondas não é o mesmo que irradiados (tratados com radiação). Os dois processos são pensados para usar ondas de energia totalmente diferentes em diferentes intensidades. Nem o FDA ou estudos oficiais realizados pelos orgãos governativos provaram que o uso frequente dos fornos a microondas é nocivo, mas todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser - e são às vezes propositalmente - limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde provadamente considerados incorrectos. Como consumidores, nós somos presupostos de haver bom senso para usar e julgar.

Tomando como exemplo os ovos e como eles eram “provadamente“ considerados nocivos para à nossa saúde nos distantes anos '60. Isto provocou a fabricação de produtos para substituir os ovos, e deu grandes lucros aos seus fabricantes, enquanto os produtores de ovos foram à falência. Agora, e depois de tudo, recentes estudos patrocinados pelos orgãos governativos estão afirmando que os ovos não são nocivos para a nossa saúde. Então, em quem devemos confiar e qual critério devemos usar para decidir as questões referentes à nossa saúde? Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usado e com um design aprovado, a decisão encontra-se em cada consumidor a respeito de escolher ou não de comer alimentos aquecidos por um forno a microondas ou mesmo de comprá-lo na primeira loja que o encontre.


Os instintos maternos são correctos


Num lado mais humoristico, com o “sexto sentido“ de cada mãe é impossível argumentar. Você nunca tentou? As crianças jamais vencerão contra a intuição materna. É como tentar argumentar com o braço - que aparece do nada - e que te empurra para tráz do assento quando sua mãe pisa nos freios.

Muitos de nós viemos de uma geração onde as mães e avós não confiam no moderno sistema de cozimento “às avessas“, isso é de dentro para fora, que elas afirmam que “não era apropriado“ para os alimentos. Minha mãe se recusou a assar coisas num microondas. Ela também não apreciou o gosto do café feito num forno a microondas. Eu tenho que concordar plenamente e não posso argumentar nenhum dos factos. Seu bom senso e seus instintos lhe disseram que não havia nenhuma forma de cozimento em microondas que poderia ser natural e não poderia ter o gosto de alimentos, desta forma como eram feitos. Relutantemente, minha mãe ainda colocava para reesquentar as sobras de comida num forno a microondas devido a programação do seu trabalho, antes de se aposentar.

Muitos outros se sentem da mesma forma, mas são considerados como “velhos fascinados“ uma minorancia datada antes da decada de '70 quando os aparelhos de microondas dominaram o mercado. Como a maioria dos adultos naquele tempo, os fornos a microondas tornaram-se banais, eu preferí ignorar a sabedoria intuitiva de minha mãe e me associei com a maioria que acreditava que cozinhar em fornos a microondas era muito conveniente para crer que alguma coisa poderia ser errado com ele. Um ponto a mais para a percepção materna, porque mesmo que ela não sabe as razões tecnico-científicas, ou as razões para a saúde, ela sabia que não era bom cozinhar alimentos neles. Ela não gostou do modo como as microondas mudavam suas texturas.


As microondas são perigosas para o leite dos bebês


Um número de advertências foram feitas publicas, mas mal divulgadas. Por exemplo, as familias jovens, o serviço de extensão da universidade do minesota, publicou o seguinte em 1989:

“embora as microondas esquenta rapidamente os alimentos, elas não são recomendadas para esquentar o leite servido nas mamadeiras dos bebês. A mamadeira pode parecer fria ao toque da mão, mas o liquido em seu interno pode ser extremamente quente e pode queimar a boca e também a garganta do bebê. Além disso, o acúmulo de vapor num contenitor fechado, como a mamadeira do bebê, poderia causar sua explosão. Aquecendo a mamadeira num microondas poderia provocar leves mudanças no leite. Nas fórmulas infantís, pode haver uma perda de algumas vitaminas. No leite materno, quando este é recolhido e armazenado para ser usado posteriormente, algumas propriedades protetivas podem ser destruidas. Aquecendo um frasco prendendo-o sob a água da torneira, ou colocando dentro a uma tijela com água morna, e depois testando-o no próprio pulso antes de alimentar o bebê pode tomar alguns minutos mas é muito mais seguro.

O Dr. Lita Lee do Hawaii relatou em 9-dezembro-1989 na revista Lancet:

“As fórmulas para bebês, aquecidas em fornos a microondas, converteram alguns trans-aminoacido em seus cis-isomeros sintéticos. Isomeros sintéticos, se, cis-aminoácidos ou trans-acidos graxos, não são biologicamente activos. Ainda, um dos aminoacidos, a l-prolina, foi convertida em d-isomero, que sabemos que é neurotóxica (veneno para o sistema nervoso) e nefrotóxico (veneno para os rins). É suficiente ruim que muitos bebês não são aleitados, mas agora estão dando a eles um falso leite (formula para bebês) que se faz ainda muito mais tóxico quando usamos as microondas“.


O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente


Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu um paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno a microondas. Esta tragedia fez-se muito aparente. Muito mais que o “aquecimento“ com os fornos a microondas que fomos dirigidos a acreditar. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno a microondas alterou o sangue e este matou-a.

É obvio que esta forma de “radiação de calor“ microondico faz alguma coisa nas substancias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos a microondas para fazer seus alimentos, estão também engolindo estas “coisas desconhecidas“. Por que o nosso corpo é electro-quimico de natureza, qualquer força que quebra ou muda o equilibrio electroquimico pode afetar a fisiologia do corpo. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman, “Cuidado, a eletricidade em torno a voce pode ser perigosa para a sua saúde“.


Factos e evidencias científicas


Num estudo comparativo entre alimentos preparados convencionalmente com aquele preparado em fornos a microondas, publicado por Raum e Zeit em 1992, em 3(2) : 43, declara:

“uma básica hipótese da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais ele não é acostumado, é muito mais provável que cause o mal que o bem. Alimentos expostos à radiação microondica contém tanto moléculas que energias não presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais como sempre foi feito desde a descoberta do fogo. A energia microondica do sol e outros astros é baseada na corrente contínua. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moleculas dos alimentos que eles batem. A produção de moléculas anormais é inevitável. Naturalmente podemos observar os aminoacidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como a transformação na forma tóxica sob o impacto das microondas produzidas nos fornos.

Um estudo de curta duração encontrou significantes e disturbantes mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas.oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos porém cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em fornos a microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nivel de linfócitos também diminuiu.

Uma bactéria luminescente (que emite luz) foi empregada para detectar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescencia desta bactéria quando foi exposta ao soro sanguineo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos a microondas“.


Os estudos clinicos suiços


O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é aposentado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suiças do business de alimentação de escala global. Há poucos anos, ele foi demitido do seu trabalho porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos.

Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suiça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos a microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava em forno a microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice).

O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e executar um estudo clinico de qualidade sobre os efeitos que os alimentos preparados com microondas causam no sangue e na fisiologia do corpo humano. Seu estudo, pequeno mas muito bem controlado, mostrou as forças degeneratívas produzidas em fornos a microondas e nos alimentos neles proparados. A conclusão científica mostrou que cozimentos microondicos alteram os nutrientes nos alimentos; e, também alteraram o sangue dos participantes, o que poderia causar deterioração no sistema do corpo humano. O estudo científico de Hertel foi feito junto com o Dr. Bernard H. Blanc do Instituto Federal de Tecnologia Suiço e o Instituto Universitário para a Bioquimica.

Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes variedades de alimento com o estomago vazio:

1) leite crú;
2) o mesmo leite, fervido com o sistema tradicional;
3) leite pasteurizado;
4) o leite crú fervido num forno a microondas;
5) verduras cruas de produção biológica;
6) verduras de produção biológica cozidos com o sistema tradicional;
7) verduras biológicas congeladas e depois descongeladas num forno a microondas e,
8) as mesmas verduras cozidas num forno a microondas.

Uma vez os voluntários foram isolados, foram presas amostras do sangue de cada voluntário imediatamente antes que comessem os alimentos. Depois foram presas amostras de sangue em intervalos regulares após o consumo do leite e verduras descritos acima.

Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue presas nos intervalos após a ingestão dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Estas mudanças incluem a diminuição de todos os valores das hemoglobinas e do colesterol, especialmente a proporção dos valores do HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram uma distinta diminuição a curto prazo após a ingestão de alimentos preparados com microondas que após a ingestão de todas as outras variedades. Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue de pessoas que haviam ingerido aquele alimento. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão que tal técnica de energias derivadas pode, de facto, passar para o homem por indução através da ingestão de alimentos feitos com microondas.


Segundo o que diz o Dr. Hertel,



“A leucocitose, a qual não pode ser considerada como normais alterações diárias e levada muito seriamente pelos hematologistas. Os leucócitos são frequentemente sinais de efeitos patogênicos em nosso organismo, tais como envenenamento e danos celulares. O aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas eram mais pronunciados que com todas as outras variedades alimentares. E parece que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substancias tratadas com microondas.

Este processo é baseado em principios físicos e ja foi confirmado pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra. Existe a literatura científica extensiva concernente aos perigosos efeitos da directa radiação microondica nos organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para substituir esta técnica prejudicial das microondas com uma tecnologia mais de acordo com a natureza. Tecnicamente, a produção de microondas é baseada no principio da corrente alternada. Atomos, moléculas, e células golpeados por esta dura radiação electromagnética são forçados a reversão de polaridade 1-100 bilhões de vezes ao segundo. Não existe atomos, moléculas ou células de qualquer sistema organico capaz de resistir a uma tão violenta e destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa intensidade de energia de milliwatts.

De todas as substancias naturais - que são polares - o oxigenio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. É assim que o calor do cozimento com microondas é gerado - a violencia desta fricção nas moléculas da água. A estrutura das moleculas são divididas, as moléculas são deformadas pelo uso da força, chamada isomerismo estrutural, e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário para o aquecimento convencional dos alimentos onde o calor é transferido convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada em calor friccional.

Além dos efeitos violentos do calor friccional, chamado efeitos térmicos, existem também os efeitos atérmicos que quase nunca são levados em consideração. Estes efeitos atérmicos não são actualmente mensuráveis, mas eles podem também deformar a estrutura das moléculas e haver qualitativas consequancias. Por exemplo o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas e usado no campo da tecnologia de alteração dos gens. Por causa da força envolvida, as células são realmente quebradas, por meio da neutralização do potencial electrico, verdadeira vida das células, entre os lados interno e externo das membranas celulares. As celulas enfraquecidas se transformam em presas fáceis para os vírus, fungos e tantos outros microorganismos. Os naturais mecanismos de reparo são suprimidos e as células são forçadas a adaptar a um estado de emergencia de energia - elas trocam de aeróbica para uma respiração anaeróbica. Em vez de água e dióxido de carbono, as células envenenadas produzem peróxido de hidrogenio e monoxido de carbono“

As mesmas deformações violentas que ocorrem em nossos corpos, quando somos expostos directamente aos radares ou microondas, também ocorre nas moléculas dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Esta radiação provoca a destruição e a deformação das moléculas dos alimentos. Usando microondas também se criam novos compostos chamados “compostos radiolíticos“, os quais são desconhecidas fusões não encontradas na natureza. Compostos readioliticos são criados pela decomposição molecular - decadência - como um resultado directo da radiação.

Os fabricantes de fornos microondas insistem que nos alimentos expostos às microondas e irradiados não tem nenhum aumento significativo dos compostos radiolíticos de que nos grelhados, assados ou noutros alimentos cozidos com as formas convencionais. A evidência clinico cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram qualquer teste referente aos efeitos em nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos com o uso das microondas. Não é um “bocado estranho“? Eles estão mais empenhados em estudar o que acontece se a porta num forno a microondas não fecha perfeitamente. Uma vez mais, o bom senso nos diz que suas atenções deveriam ser voltadas para o que acontece dentro dos alimentos cozidos em microondas. Desde que as pessoas ingerem este alimento alterado, eles não deveriam ser interessados em como estas moléculas decadentes podem afetar a nossa própria estrutura biológica celular humana?


A acção das indústrias para esconder a verdade


Tão logo quanto os Drs. Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suiça dos Distribuidores de Electrodomésticos para Residencias e Indústrias, também conhecido como FEA, atacaram rapidamente em 1992. Eles forçaram o presidente da corte de Seftigen, região de Berna, a emitir uma ordem “de amordaçar“, contra os Drs. Hertel e Blanc. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por “interferir com o comércio“ e proibido de publicar suas pesquisas. Entretanto o Dr. Hertel manteve sua opinião e combateu esta decisão por muitos anos.

Não há muito tempo, esta decisão foi invertida num julgamento entregue em Strasburgo, em 25/08/1998. A corte Européia dos Direitos Humanos considerou que havia uma violação dos direitos de Hertel, na decisão de 1993. A corte Européia dos Direitos Humanos também determinou que a “ordem de amordaçar“ emitida pela corte suiça em 1992 contra o Dr. Hertel, proibindo-o de declarar que os fornos a microondas são perigosos para a saúde humana, era contrária aos direitos de liberdade de expressão. Além disso, a suiça foi obrigada a pagar uma indenização ao Dr. Hertel.


Quem inventou os fornos a microondas?


Os nazistas, para usar nas suas operações de apoio móvel, originariamente desenvolveram fornos “radioemissores“ para cozimento a microondas, usados para a invasão da Russia. Por ser capaz de utilizar um equipamento electronico para a preparação de refeições em larga escala, o problema logístico de combustível para cozinhar teria sido eliminado, assim como a conveniência de preparar produtos comestíveis em pouquíssimo tempo.

Após a guerra, os aliados descobriram uma pesquisa médica feita pelos alemães sobre os fornos a microondas. Estes documentos, juntos com alguns trabalhos em fornos a microondas, foram transferidos ao Departamento de Guerra Americano e classificados para referência e “suplementar investigação científica“. Os russos também tinham recuperado alguns fornos a microondas e então haviam uma pesquisa completa sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na União Soviética. Os soviéticos emitiram um alerta internacional sobre os riscos para a saúde, tanto biológico como ambiental, dos fornos a microondas e similares frequências de outros engenhos electronicos.

Outros cientistas da Europa Oriental também relataram os perigosos efeitos da radiação microondica e fixaram um preciso limite ambiental para seu uso. Os E.U.A. não aceitaram o relatório Européu sobre os efeitos perigosos, apesar disso o EPA estima que as frequencias de radio e as fontes de radiação microondica nos E.U.A. aumentaram de 15% ao ano.


Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas


No livro do Dr. Lita Lee, Efeitos na Saúde das Radiações de Microondas - Os Fornos a Microondas, e nas edições de março e setembro/1991 da revista “Earthletter“, ela declara que todo forno a microondas perde radiação electromagnética, que é nocivo para os alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares resumidas neste artigo revela que os fornos a microondas são muito mais perigosos de quanto era previamente imaginado.

A seguir temos um sumário das investigações Russas publicadas pela Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon. Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o proposito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:


o tratamento com microondas de preparados à base de carne apenas o suficiente para a normal ingestão, causou a formação de D-nitrosodienthanolaminas, bem conhecidas como carcinógeno (Cancerógeno).

O leite e os cereais aquecidos com microondas converteram alguns de seus aminoácidos em carcinógenos.

Descongelando frutas congeladas estas converteram o seu conteúdo de glucose e galactose em substancias carcinógenas.

Uma exposição extremamente curta de verduras cruas, cozidas ou congeladas converteu o alcaloide presente nas verduras em carcinógenos.

Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas expostas às microondas, especialmente raizes vegetais.

Diminuição do valor nutricional

Pesquisadores Russos também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:

Diminuição da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores lipotropicos em todos os alimentos testados.

Várias espécies de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcalóides, glucoses, galactoses e nitrilosides.

A degradação das nucleo-proteínas nas carnes.



A descoberta da doença das microondas


Os russos pesquisaram em milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento do radar em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os russos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.

No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico“, ele descreveu a pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde da radiação microondica, às quais ele chamou “doença das microondas“. Na pagina 314, Becker declara:

“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são baixa pressão arterial e baixa pulsação cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crônica do sistema nervoso simpático (sindrome de stress) e alta pressão sanguinea. Nesta fase também se incluem frequentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insonia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, perda de cabelos, além do aumento de incidencia de apendicites, catarata, problemas nos orgãos reprodutivos e cancer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glandulas supra-renais e doença isquêmica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos)“.

Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes quimicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo. O seguinte é uma amostra destas mudanças:


Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de cancer.

Aumento do índice de formação de células cancerógenas foi observado no sangue

Aumento do indice de cancer no estomago e intestinos foi observado

Elevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados.

Conclusões sobre a pesquisa das microondas


A seguir estão as mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de acção referente aos efeitos biológicos das microondas:

A pesquisa inicial conduzida pelos alemãos durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43); e

De 1957 até hoje (até o fim da guerra fria) as operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:

Instituto de radio tecnologia em Kinsk, região autonoma da Bielorussia; e no instituto de radio tecnologia em Rajasthan na região autonoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Em muitos casos, os alimetos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal, sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores Russos e Alemãos são apresentados em três categorias:


Categoria I - Efeitos que causam o Cancer

Categoria II - Destruição Nutritiva dos Alimentos

Categoria III- Efeitos Biológicos da Exposição

Categoria I
EFEITOS QUE CAUSAM O CANCER



(Os primeiros dois pontos da categoria I são ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)

3 - Criação de um efeito ligado com a radioactividade na atmosfera, assim da causar um significante aumento no total de saturação das particulas Alfa e Beta dos alimentos.

4 -Criação de agentes causadores do cancer nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais que são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);

5 - Alteração das elementares substancias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos expostos às microondas (o colapso do processo metabólico);

6 - Devido as alterações quimicas dentro das substancias dos alimentos, disfunções foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);

7 - A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma alta no percentual de celulas cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas - células tumorais tais como sarcoma);

8 - Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colápso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolizada) e galactoside (alcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira.

9 - A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcalóides das plantas (elementos base do nitrogênio organico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.

10 - Radicais livres causadores do cancer (moléculas incompletas altamente reactivas) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares, e em particular, raizes vegetais cruas; e,

11 - Estatísticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de cancer no estomago e nos intestinos, bem como uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestico e excretor.


Categoria II
DIMINUIÇÃO DO VALOR NUTRITIVO DOS ALIMENTOS


A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:

1 - Uma diminuição na bio-disponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrimentos) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e lipotropicos em todos os alimentos;

2 - Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;

3 - Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcaloides (elementos básicos do nitrogênio organico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;

4 - Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;

5 - Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.


Categoria III
EFEITOS BIOLÓGICOS DA EXPOSIÇÃO


A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Isto não foi descoberto até que os Russos experimentaram com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não precisa ingerir as substancias preparadas com microondas: aquela regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.

Os seguintes efeitos são enumerados:

1 - Colapso do “campo de energia vital“ humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.

2 - Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;

3 - Uma degeneração e a desestabilização dos potenciais externos de energia activada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;

4 - Uma degeneração e a desestabilização do potencial da membrana celular enquanto o processo de transferimento catabólico (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.

5 - Degeneração e colapso dos impulsos eléctricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);

6 - Degeneração e colapso do circuito eléctrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neuroplexuses (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autônomo;

7 - Perda de equilibrio e rotação da força bioelectrica dentro do sistema activado de ascendencia reticular. (o sistema que controla a função da consciência);

8 - uma perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos setes humanos, animais e plantas foram verificados num raio de 500 metros do equipamento operacional;

9 - Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos“ magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.

10 - Uma desestabilização e interrupção na produção dos hormonios e na manutenção do equilibrio hormonal em machos e fêmeas;

11- Níveis notavelmente altos de disturbios nas ondas cerebrais alpha, theta e padrões do sinal de onda delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;

12 - Por causa destes disturbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negatívos foram verificados incluindo a perda da memória, perda da capacidade de concentração e abaixamento do limiar emocional, desaceleração do processo intelectivo, e episódios de interrupção do sono num percentual estatísticamente elevado em individuos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar que em estações de transmissões.


Conclusões das pesquisas legais


Das vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos é claramente em evidência. Devido ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III : 9), que pode por fim afetar o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neuroplexuses (centro do nervo), a longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroeléctricos.

Por que, estes efeitos podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuroeléctrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão dos alimentos preparados em fornos a microondas é claramente contra-indicada em todos os aspectos. Seus magnéticos efeitos residuais podem transformar os componentes do receptor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas frequencias de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes de televisão.

A teorética possibilidade da influência psico-telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pelas transmissões de sinais de rádio e frequencias controladas) foi sugerido pelas investigações neuropsicológicas soviéticas em Uralyera e Novosibirsk (Luria e Perov, 1974a, 1975c, 1976a) a qual pode causar a conformação involuntária do campo de energia psicológico subliminal de acordo com o aparelho operativo de microondas.

FORENSIC RESEARCH DOCUMENT
Prepared By: William P. Kopp
A.R.E.C. Research Operations
T061-7R10/10-77F05
RELEASE PRIORITY : CLASS I R001a



Dez razões para jogar no lixo o seu forno a microondas


Das conclusões dos estudos clinicos científicos dos Suiços, Russos e Alemãos, nós não podemos mais ignorar o forno a microondas sentado nas nossas cozinhas. Baseado nesta pesquisa, podemos concluir este artigo com o seguinte:

1 - continuar comendo alimentos processados em fornos a microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos eléctricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).

2 - o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.

3 - a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.

4 - os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.

5 - os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos ou alterados de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, ou o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.

6 - os minerais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.

7 - alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de cancer do colon, nos E.U.A.

8 - a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.

9 - a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunitário através das glandulas linfáticas e alterações do soro sanguineo.

10 - comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a perda da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição a inteligência.


Voce já jogou no lixo o seu forno a microondas?


O uso de transmissões artificiais de microondas para um controle psicológico subliminal. Também conhecido como “lavagem cerebral“, foi também provado. Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Russas de 1970 e os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus experimentos clinicos nesta área.

Escrito por: Anthony Wayne and Lawrence Newell